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Prazer

05 jun

Se-a-realidade-fosse-poesia

 

Da trama que fui tecida

Tecido foi o orvalho;

Tecido os raios do sol, a brisa,

Tudo o mais que é impalpável…

 

O que me entretece e dar vida

Nenhum olho humano já viu

Nunca tocou e nem podia

Apenas uns poucos, o sentiu…

 

O pólen do qual fui gerada

São sementes, pó de lua!

Não cabem ficarem guardadas

Derramam-se no seio das ruas…

 

Às vezes sou boca pro amor

Há momentos que sou nostalgia

Apenas uns poucos me entendem

Prazer! Me chamo poesia.

 

Lu Marinho

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1 comentário

Publicado por em 5 de junho de 2014 em #DESTAQUE

 

Uma resposta para “Prazer

  1. Gustavo Roubert

    16 de abril de 2015 at 1:16 PM

    Sem palavras…

     

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