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Limbo…

11 nov

Recusaste as rosas que te ofertei

Receando os espinhos e bem mais… as raízes…

Deixaste que o deserto do silêncio consumisse

Qualquer botão ou flor que tentasse  brotar

E assim nem sombra de raiz surgisse,

Terra infértil onde amor não dá…

Plantei roseiras lindas, coloridas…

Nasceram cardos da cor mais triste que há,

De angustia e dor nasceram todos cinza

Como céu de chuva sem nuvens no ar…

Assim equilibro-me no limbo da vida

Aonde o amor não pôde germinar

Aonde se perde a veia de esperança,

Aonde apaga-se o brilho do olhar,

Aonde a dor é apenas uma criança

Com vasta sede de crescer e de brincar…

E brinca, com as nossas lembranças

Molhando o riso, turvando o olhar,

Matando qualquer fio de esperança

Que porventura queira me agarrar…

 

Por Lu Marinho

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Publicado por em 11 de novembro de 2013 em #DESTAQUE, ♥ POESIAS ♥

 

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