RSS

O Irreal

15 dez

Irreal

Perversa manhã, porque me despertasse?

Deixasse que dormindo eu ficasse…

Com o amor que despertou sonhasse,

No sonho qual dormia o mesmo amor…

Onde uma vez mais sentia o sabor

Do beijo mais perfeito agridoce…

Onde pensei que a felicidade minha fosse,

E a eternidade apenas acessória…

Pois que nos braços desse amor

Não há princípio, meio ou fim de história…

Há depósitos de fragmentos na memória

Que faz eterno cada grão segundo,

E a noção de tempo e espaço se perder.

E entregue a devaneios tão fecundos

Feliz, fica(se)ria para sempre ali…

Ah! Se permitido o “céu” fosse a um mortal,

Faria daquele abraço a minha casa,

Habitaria o paraíso, o irreal,

Este sonho, sim, seria minha morada…

Por Lu Marinho

Anúncios
 
Deixe um comentário

Publicado por em 15 de dezembro de 2012 em #DESTAQUE

 

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

 
%d blogueiros gostam disto: