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Exilado

19 ago

 

 

Amor que nasceu belo e doce

possuía uma tal suavidade

que a própria essência da felicidade

julguei erroneamente que ele fosse…

 

Amor que torna o coração em chama

extrapolando todos os sentidos

e o faz na mesma chama consumido,

quando é sabido que em vão se ama…

 

Na amargura do desengano eterno

exilado,  em solidão de corpo e alma

quase pereço as portas do inferno

vendo boiar nos olhos minha mágoa…

 

Amargo e forte tal qual absinto

sinto correr nas minhas veias esse tédio

para o qual não existe um só remédio

na angustia enorme da aflição que sinto…

 

De dor sinto o coração vibrando

e em eterna embriaguez a alma perdida

porque amar sem ser amada é minha vida

viver sem vida, por onde passo sonhando…

 

De combate em combate levo a lida

sentindo dores, lutando contra o mundo

sei que há muito o que vencer antes que ao fundo

chegue da trágica tumba que nos reserva a vida…

 

Por Lu Marinho

 

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